A Flor e o Mago

A Flor
no solitário de cristal
vivia.
E foi levada
Ao palco de emoções...
O Mago a arrebatou
Com sua magia...
E fez-la levitar...
Com ilusões.
Ao espetáculo foi dado um final,
Mas a Flor, no seu vaso, colocada,
Revoltou-se e não queria ali ficar...
Já não se conformava à mesma sina,
Não queria mais ser desencantada
Nem perder a sua alma de menina.
Resoluta, balançou por sobre a mesa
Até cair com o vaso frágil
Que espatifou-se,
Em mil caquinhos,
Pelo chão!
Mas um jovem, que vivia na coxia,
no solitário de cristal
vivia.
E foi levada
Ao palco de emoções...
O Mago a arrebatou
Com sua magia...
E fez-la levitar...
Com ilusões.
Ao espetáculo foi dado um final,
Mas a Flor, no seu vaso, colocada,
Revoltou-se e não queria ali ficar...
Já não se conformava à mesma sina,
Não queria mais ser desencantada
Nem perder a sua alma de menina.
Resoluta, balançou por sobre a mesa
Até cair com o vaso frágil
Que espatifou-se,
Em mil caquinhos,
Pelo chão!
Mas um jovem, que vivia na coxia,
Agiu depressa,
Porém, com delicadeza,
Porém, com delicadeza,
Recolheu cada pedaço,
E a Flor tomou...Em suas mãos
E a Flor tomou...Em suas mãos
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